PRÉMIOS DE CINEMA para FILMES SOBRE ARTE - PORTUGAL 2014

FILM AWARDS for FILMS ON ART - PORTUGAL 2014

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--> Festival Temps D'Images 2014



PARABENS - CONGRATULATIONS
to the winner of the
Temps D'Images Prémios de Cinema para
FILMES SOBRE ARTE 2014
!

Thank you all for this inspiring time - 7 days in Cinema Ideal, 38 films,
26 film directors present, and wonderful audience!

And now the award winning films:

JURY 2014:

EDUARDO BARBOSA DA CUNHA, TERESA PRATA, LISA MALWE BRAMMSEN, MARIANA RIBEIRO PINTO DE FREITAS, SARA MARTINS MARQUES

PARABENS - CONGRATULATIONS TO:

TEMPS D'IMAGES PRÉMIO DE CINEMA para FILMES SOBRE ARTE - o melhor filme (2000 €)
SOPHIE CALLE - SANS TITRE (Sophie Calle - Untitled) de VICTORIA CLAY MENDOZA (França 2012)


TEMPS D'IMAGES PRÉMIO DE CINEMA para FILMES SOBRE ARTE - o melhor filme Português
(1500 €)
A SÉTIMA VIDA DE GUALDINO (The Ninth Life Of Gualdino) de FILIPE ARAÚJO (Portugal 2013)


TEMPS D'IMAGES PRÉMIO DE CINEMA para o filme que reflicta a importância das artes na sociedade da forma mais original (1500 €)
LA VOIX DE LA TOUNDRA (The Voice From The Tundra) de JEAN EHRET (Bélgica 2013)


TEMPS D'IMAGES PRÉMIO DE CINEMA para FILMES SOBRE ARTE - Menção Honrosa
GORAN de ROBERTO SANTAGUIDA (Sérbia 2014)


TEMPS D'IMAGES PRÉMIO DE CINEMA para FILMES SOBRE ARTE - Menção Honrosa
IN MEDIAS RES (NO MEIO DAS COISAS) de LUCIANA FINA (Portugal 2014)

 

"Porque olhamos para a arte?

Queremos algo.

Aquilo que eu procuro numa obra de arte é… aprender alguma coisa.

Quero ir para um lugar que nunca fui.

Quero que o artista me mostre algo que eu nunca tinha sequer pensado..."

(Max Dean em "Max Dean - Portrait of the Artist" de Zachary Finkelstein)

"Why do we look at art in the first place?

We want something.

What I look for in a work of art is, I want to learn something.

I want to go to a place that I’ve never been.

I want an artist to show me something that I’ve never even thought about..."
(Max Dean in "Max Dean - Portrait of the Artist" by Zachary Finkelstein)

 

You'll have the chance to do so... attend our new edition of the

TEMPS D'IMAGES PRÉMIOS DE CINEMA para FILMES SOBRE ARTE 2014...

November 13 - 19, CINEMA IDEAL in Lisboa.

You are very welcome!

Rajele Jain

 

Quinta-feira
13 NOV 18h00
SESSÃO DA ABERTURA / OPENING SESSION

MAX DEAN
de ZACHARY FINKELSTEIN
Canadá 2014, 4’

Um retrato visual do artista Max Dean (Vencedor do premio Governor General's Awards in Visual and Media Arts 2014) refectindo sobre a criação artistica, performance e a responsabilidade do espectador.

A visual portrait of the artist Max Dean (2014 winner, Governor General's Awards in Visual and Media Arts) as he ponders art-making, performance and the responsibilities of the viewer.


Realização Direction ZACHARY FINKELSTEIN| Montagem Editing ZACHARY FINKELSTEIN | Som Sound KAIJA SIIRALA, ELINOR SVOBODA| Distribuição Distribution WINNIPEG FILM GROUP

NEW YORK CLOSE UP: LOUISE DESPONT DRAWS DEEP
de WESLEY MILLER, RAFAEL SALAZAR, AVA WILAND
EUA 2014, 9’

Como é que um artista consegue obter resultados máximos a partir de meios mínimos? O Artista Louise Despont usa stencils de arquitectura para criar intrincados desenhos a lápis sobre papel na sua casa/estúdio em Fort Greene, Brooklyn. Trabalhando entre uma pequena mesa e o chão do quarto, a sua prática diária com um conjunto limitado de ferramentas, produz descobertas surpreendentes. "Estar focado e dedicado a fazer uma coisa simples, pode talvez ser a coisa mais transformadora", diz a artista. Este filme documenta Louise Despont e seu assistente Nicole Wong, ao longo de seis semanas, acompanhando a criação das obras Mediated Polarity e Third Property (2014), um desenho em papel de livro de contabilidade antigo. À medida que as suas explorações simétricas nascem, os desenhos de Despont tocam em temas universais de energia, espiritualidade e natureza. O filme termina como Despont a levar o seu último trabalho Garden (2014) para ser emoldurado na galeria White Mule em Chelsea, Manhattan, olhando para ele uma última vez antes deste começar a sua jornada pelo mundo.

How does an artist get maximum results out of minimal means? Artist Louise Despont uses architectural stencils to create intricate pencil-on-paper drawings in her home and studio in Fort Greene, Brooklyn. Working between a small desk and her bedroom floor, Despont's daily practice, with a limited set of tools, yields surprising discoveries. "To be focused and dedicated to doing one simple thing can perhaps be the most transformative thing", says the artist, "That as narrow as it is, it can be infinitely deep." This film documents Louise Despont and her assistant Nicole Wong over the course of six weeks as they create Mediated Polarity and the Third Property (2014), a multi-panel drawing on atique ledger book paper. As intuitive explorations of symmetry born out of pure geometry, Despont's drawings tap into universal themes of energy, spirituality, and nature. The film concludes as Despont takes her latest drawing Garden (2014) to be framed at White Mule in Chelsea, Manhattan, looking at it one last time before it begins its journey out into the world.


Realização Direction WESLEY MILLER, RAFAEL SALAZAR, AVA WILAND | Montagem Editing RAFAEL SALAZAR, AVA WILAND | Som Sound AVA WILAND | Produção Production WESLEY MILLER, RAFAEL SALAZAR, AVA WILAND | Distribuição Distribution ART21 Inc.

RAZÃO PARA ZEBRAS (Reason For Zebras)
de JOÃO COSTA
Portugal 2013, 25’

Documentário sobre Igor Chamada, um realizador que desenvolvia um trabalho multicultural sobre a felicidade, projeto que não conseguiu concluir. Interessados no seu trabalho como cineasta, várias pessoas ligadas ao seu foro íntimo e profissional, falam sobre a obra de Chamada na perspetiva de obter uma melhor ideia acerca da sua pessoa.

Documentary about Igor Chamada, a director who was working on a multicultural project about happiness which he didn't manage to finish. Interested in his work as a filmmaker, several people closely connected to his personal and professional life were interviewed, in order to get a better idea about his character.


Realização Direction JOÃO COSTA | Fotografia Cinematography JOÃO COSTA | Montagem Editing JOÃO COSTA | Som Sound DUARTE FERREIRA| Música Music RODRIGO CAMACHO | Produção Production JOÃO COSTA | Distribuição Distribution FILMÓGRAFO Lda.

THE GODMOTHER OF ROCK&ROLL: SISTER ROSETTA THARPE
de MICK CSÁKY
UK 2014, 59’

A exibicionista super estrela Afro-americana cantora de gospel Sister Rosetta Tharpe é uma das desconhecidas heroínas musicais do século XX. Nascida na pobreza em Cotton Plant, Arcansas, cresceu para ser uma das mais bem pagas artistas do mundo antes de se afundar na obscuridade. A sua poderosa voz e o seu espectacular virtuosismo na recém electrificada guitarra providenciaram uma banda sonora de grande influência para jovens artistas como Elvis Prestley, Jerry Lee-Lewis, Carl Perkins, Johnny Cash, Chuck Berry e Little Richard durante os seus anos de formação.
Além do mais, quando Sister Rosetta esteve em tour pela Europa durante os anos 60, introduziu o seu distintivo estilo de fazer música e produzir espectáculos a mais uma geração. Citando Bob Dylan: “Sister Rosetta Tharpe foi tudo menos comum e simples. Ela foi uma poderosa força da natureza – uma cantora guitarrista evangelista. Sabem que ela viajou para Inglaterra com Muddy Waters e eu tenho a certeza que muitos jovens pegaram numa guitarra eléctrica depois de a verem.”

The flamboyant African-American gospel singing superstar Sister Rosetta Tharpe is one of the unsung musical heroes of the 20th century. Born into poverty in Cotton Plant, Arkansas, she rose to be one of the highest paid entertainers in the world before sinking back into obscurity. Her powerful voice and spectacular virtuosity on the newly electrified guitar provided a hugely influential soundtrack for young musicians like Elvis Prestley, Jerry Lee-Lewis, Carl Perkins, Johnny Cash, Chuck Berry and Little Richard during their formative years.
What is more, when Sister Rosetta toured Europe during the 1960s, she introduced yet another generation to her distinctive style of showmanship and music making. To quote Bob Dylan: "Sister Rosetta Tharpe was anything but ordinary and plain. She was a powerful force of nature - a guitar-playing singing evangelist. You know she travelled to England with Muddy Waters and I'm sure there were a lot of young guys who picked up an electric guitar after getting a look at her."


Realização Direction MICK CSÁKY | Fotografia Cinematography MICHAEL MILES | Montagem Editing TOM HERRINGTON | Som Sound MICK CSÁKY | Música Music SISTER ROSETTA THARPE from recordings made in the 1930-70s | Produção Production MICK CSÁKY | Distribuição Distribution ANTELOPE SOUTH LIMITED

Quinta-feira
13 NOV 20h00
 

GORAN
de ROBERTO SANTAGUIDA
Sérbia 2014, 11’

Alegria e frustração como construído pelo artista performativo, Goran Gostojíc.

Joy and frustration as constructed by performance artist, Goran Gostojíc.

Realização Direction ROBERTO SANTAGUIDA | Fotografia Cinematography ROBERTO SANTAGUIDA | Montagem Editing ANA LAGATOR | Som Sound GABOR RIPLI, VLADIMIR DABÍC|

FIOS DE TEMPO (Threads Of Time)
de JOAQUIM PAVÃO
Portugal 2013, 30’

"Fios De Tempo" é uma colecção de "peças portáteis" do Projecto Faunas baseadas em actividades tradicionais da cultura portuguesa. Cada história guarda em si um espaço de transmissão de conhecimento, fazendo com que a transferência entre aqueles que recriam, lembrando-se, o seu passado, para aqueles que constroem, a sonhar, o seu futuro. O documentário centra-se no método de trabalho seguido pela empresa, pesquisa, criação e produção, bem como a recepção de diferentes espaços públicos e do papel que o "teatro portátil" tem desempenhado desdde 2010.

"Threads Of Time" is a collection of portable plays from Projecto Faunas based on traditional activities of Portuguese culture. Each story keeps in itself a space of knowledge transmission, making the handover among those who recreate, by remembering, his past, for those who build, by dreaming, their future. The documentary focuses on the working method followed by the company, research, creation and production as well as the reception of different public spaces and the role that "portable theater" has played since 2010.

Realização Direction JOAQUIM PAVÃO | Fotografia Cinematography ANTÓNIO CASTANHEIRA, JOSÉ PINTO | Montagem Editing JOAQUIM PAVÃO | Som Sound NUNO SANTOS CASH, JOAQUIM PAVÃO | Música Music JOAQUIM PAVÃO | Produção Production JOAQUIM PAVÃO, NUNO F. SANTOS

SOPHIE CALLE - SANS TITRE (Sophie Calle - Untitled)
de VICTORIA CLAY MENDOZA
França 2012, 52’

Sophie Calle é uma artista Francesa que mostra e narra a sua própria vida à mais de 30 anos, combinando textos e imagens de uma forma quase jornalística. Ela gosta dos rituais e das regras. Este documentário articula-se à volta de alguns objectos que acompanham a vida e obra da artista. Na sua casa em Malakoff ou em Cailar em Camargue, Sophie colecciona desde sempre alguns objectos que desempenharam um papel nas suas histórias íntimas, como impressões da sua própria existência: os lençóis amarrotados em que os "adormecidos" dormiram por algumas horas, o vestido de casamento que levou para o primeiro encontro com o seu novo amante, a girafa de peluche, chamada Monique para que a sua mãe fique ao seu lado, mesmo depois da sua morte, todos os presentes de aniversário, intactos, que ela recebeu aos 13 anos e a sepultura que ela ofereceu a si própria no último mês, para o seu funeral.
Todos estes objectos, dito pela Sophie, contam o trabalho desta artista que concilia ou manipula? O "eu" e o "jogo": cada um deles é uma impressão e, juntos escrevem o seu retrato.

Sophie Calle is a French artist who shows herself and narrates her own life for more than 30 years, combining texts and images in a way nearly journalistic. She like the rites and the rules. This documentary is articulated around some objects which escorts the life and the work of the artist. In her house in Malakoff or in Cailar in Camargue, Sophie collects since always some objects which played a part in its intimate stories, like prints of her own existence: the rumpled sheets in which "the sleepers>" slept into for a few hours, the wedding dress she took for her first meeting with her new lover, the stuffed giraffe, called Monique for her mother to stay at her side, even after her deathg, all the brithday gifts, intzact, she received for 13 years and the grave she offered herself last month, for her proper funeral.
All these objects, told by Sophie, tell the work of this artist who juggles between the "I" and the "game": each one of them is a print, and together they write her portrait.

Realização Direction VICTORIA CLAY MENDOZA | Fotografia Cinematography VICTORIA CLAY MENDOZA, GABIO BALDUCCI | Montagem Editing BRUNO CONTI | Som Sound ALAIN GIULIANELLI, JOEL FLESCHER | Música Music STÉPHAN EICHER | Produção Production DAMIEN MAURA | Distribução Distribution FOLAMOUR

Sexta-feira
14 NOV 18h00
 

SONS DO RURAL (Rural Sounds)
de TIAGO DIAS DOS SANTOS
Portugal 2013, 23’

A residência Divina Sonus Ruris decorreu durante o mês de Abril de 2013, assente na criação artística com base no património religioso nas aldeias de Sul e Macieira. Sons do Rural representa uma reflexão sobre as residências artísticas, o intercâmbio de experiências e vivências entre comunidade, artistas e organização, e os frutos dessa interação.

The residency Divina Sonus Ruris took place during the month of April 2013, grounded in artistic creation based on the religious heritage in the villages of Sul and Macieira. Sons do Rural represents a reflection on the artist residencies, the exchange of experiences and knowledge between the community, artists and organization, and the outcome of that interaction.

Realização Direction TIAGO DIAS DOS SANTOS | Fotografia Cinematography TIAGO DIAS DOS SANTOS | Montagem Editing TIAGO DIAS DOS SANTOS | Som Sound ANTHONY LYONS, DAVID PRIOR, MANUELA BARILE, NELY FERREIRA, TIAGO DIAS DOS SANTOS | Produção Production TIAGO DIAS DOS | Distribução Distribution BINAURAL/NODAR

DISORDER
de MARIA JOÃO GUARDÃO e SUSANA MENDES SILVA
Portugal 2014, 13’

“Duas amigas jantam num apartamento, a conversa prolonga-se até à sobremesa. Enquanto falam, a mulher que vive no apartamento enrola os seus cabelos, distraída. De vez em quando, pega e arranca um cabelo. Repete o gesto uma e outra vez até se levantar da mesa. Os fios mutilados vão parar a um cinzeiro. A convidada sente uma estranha combinação de repulsa e fascínio pelo comportamento da amiga; pelo mistério que representam as pessoas que se fazem mal a si próprias de forma incontrolável”, escreve Pedro De Llano sobre a origem das instalações "Square Disorder" e "Rectangle Disorder" da artista Susana Mendes Silva. Ambas as obras estão na fronteira do visível e foram o ponto de partida para a artista e o coreógrafo Miguel Pereira criarem uma série de três performances que permitiam ao público explorar a peça de forma sequencial.

Neste filme, a realizadora Maria João Guardão e Susana Mendes Silva entram no estranho território desta teia gigante, mas quase invisível, que interroga o conceito de espaço enquanto white cube, como uma descoberta experiencial, ou enquanto forma de nos controlar. A partir dela questionam dualidades aparentemente irresolúveis: as linhas ténues entre distúrbio e afecto, ordem geométrica e perturbação, racionalidade e pensamento mágico, disciplina e erotismo, vazio e cheio, orgânico e artificial.

"Two friends are having dinner in an apartment, the conversations extends to dessert. While they talk, the woman who lives in the apartment curls her hair absent-mindedly. From time to time she plucks a hair. She repeats the gszure again and again and again until she gets up from the table. The mutilated strands end up in an ashtray. The guest feels like a strange mix of revulsion and fascination of her friend's behaviour, owing to the mystery of people who harm themselves uncontrollably", wrote Pedro de Llano about the origin of the installations "Square Disorder" and "Rectangle Disorder" by the visual artist Susana Mendes Silva. Both works are on the front of the visible and were the departing point to the creation by Susana Mendes Silva and the choreographer Miguel Pereira of a series of three performances that allow the audiencen to experience the work.

For this film, the artist and the film director enter the uncanny territory of this giant, yet almost invisible web to address the white cube space as concept, as an experiential endeavour, and the way it controls us. Through it they question unresolved dualities: the fine line between disorder and affection, geometrical order and disturbance, rationality and magical thinking, discipline and eroticism, void and pregnant, organic and artificial.

Realização Direction MARIA JOÃO GUARDÃO, SUSANA MENDES SILVA | Montagem Editing MARIA JOÃO GUARDÃO, SUSANA MENDES SILVA | Produção Production DESMEDIDA FILMES, SUSANA MENDES SILVA

LA VOIX DE LA TOUNDRA (The Voice From The Tundra)
de JEAN EHRET
Bélgica 2013, 52’

Anastasia Lapsui é a primeira cineasta do extremo norte da Rússia que filmou o seu povo na sua língua materna - Nenets. Nascida na Yamal Tundra, em 1943, ela testemunha o fim de uma era, filmando um mundo em processo de mutação. Com o mesmo desejo de transmitir conhecimento eu filmei a Anastasia Lapsui na sua vida diária e profissional. Através de um “making of” das suas últimas filmagens, este é o retrato de uma cineasta e do seu povo, os Nenets da tundra.

Anastasia Lapsui is the first film-maker from the Far North of Russia to have filmed her people in her mother tongue - Nenets. Born in the Yamal tundra in 1943, she bears witness to the end of an era, filming a world in the process of mutation. With the same desire to pass on knowledge I filmed Anastasia Lapsui in her daily and professional life. Through a "making of" from her latest film-shoot, this is a portrait of a film-maker and her people, the Nenets of the tundra.

Realização Direction JEAN EHRET | Fotografia Cinematography JEAN EHRET | Montagem Editing robin dimet | Som Sound MARIE PAULUS | Música Music CHANTS TRADITIONNELS NÉNÈTSES| Produção Production HÉLÈNE BERNARD | Distribução Distribution AJC! 2013

Sexta-feira
14 NOV 20h00
 

NEW YORK CLOSE UP: BRYAN ZANISNIK KEEPS IT IN THE FAMILY
de NICK RAVICH, RAFAEL SALAZAR, AVA WILAND
EUA 2014, 9’

Como é que um artista descobre o que é verdadeiramente essencial? O artista Bryan Zanisnik transforma histórias pessoais em performance. Na casa dos seus pais em Springfield, New Jersey, Zanisnik desenterra os filmes caseiros há muito esquecidos que fez quando era adolescente. Inspirado pelos directores de filmes de Hollywood como Martin Scorsese, os filmes VHS são uma mistura não irónica de comédia desajeitada e violência gangster, com a avó de Zanisnik a desempenhar muitas vezes um protagonista armado e perigoso.
Descobrir os vídeos na universidade foi um momento eureka para Zanisnik. "Eu pensei, Isto é quem eu realmente sou." Estes interesses no abjecto, no absurdo, no humor, nas inversões de género, na fragilidade", explica ele, "as conservações entre o artista e eu por trás da câmara estava realmente no centro do que eu queria numa obra de arte ".
Na Pace Universidade, em Lower Manhattan, Zasnisnik actua dentro de uma vitrina de madeira de museu que foi adaptada numa escultura móvel, perante o olhar dos seus pais e público. Confinado dentro da escultura e esforçando-se para percorrer os corredores do edifício, Zanisnik bate intencionalmente nos transeuntes, desafiando-os a responder. Para Zanisnik, a performance evoca a sua própria jornada emocional de um adolescente recluso ao artista que é hoje.


How does an artist figure out what's truly essential? Artist Bryan Zanisnik transforms personal history into performance art. At his parents' home in Springfield, New Jersey, Zanisnik digs up the long-forgotten home movies he made as an adolescent. Inspired by Hollywood film directors like Martin Scorsese, the VHS movies are an unironic mix of slapstick comedy and gangster violence, with Zanisnik's grandmother often playing an armed and dangerous protagonist. Uncovering the videos in graduate school was a eureka moment for Zanisnik. "I thought, 'This is who I really am.' These interests in the abject, the absurd, the humor, the gender inversions, the fragility," he explains, "the conservations between the performer and me behind the camera was really getting to the core of what I wanted out of an artwork." At Pace University in Lower Manhattan, Zasnisnik performs inside a wooden museum display case that's been adapted into a mobile sculpture, as his parents and the audience look on. Tightly confined inside the sculpture and straining to move through the building's hallways, Zanisnik intentionally knocks into passers-by, challenging them to respond. For Zanisnik, the performance evokes his own emotional journey from a reclusive teen to the artist he is today.

Realização Direction NICK RAVICH, RAFAEL SALAZAR, AVA WILAND | Fotografia Cinematography REHANA ESMAIL, RAFAEL SALAZAR, AVA WILAND | Montagem Editing RAFAEL SALAZAR, AVA WILAND | Som Sound NICK RAVICH, AVA WILAND | Produção Production NICK RAVICH, RAFAEL SALAZAR, AVA WILAND | Distribuição Distribution ART21 Inc.

8816 VERSOS (8812 Verses)
de SOFIA MARQUES
Portugal 2013, 78’

Diz-se que Luís Vaz de Camões terá demorado cerca de 20 anos a escrever os 8816 versos que compõem Os Lusídas. O actor António Fonseca dedicou 4 anos da sua vida a torná-los seus. Sofia Marques decidiu partilhar com o actor parte da aventura sem precedentes a que este se propôs: decorar e dizer integralmente o poema.

It took Camões 20 years to write the 8816 lines that compose his epic poem - the Lusiades. The Portuguese actor António Fonseca devoted four years of his life to make them his own. Sofia Marques accompanied him in this unprecendented adventure: to memorize and speak the whole of the poem.

Realização Direction SOFIA MARQUES | Fotografia Cinematography SOFIA MARQUES, PAULO ABREU, RICARDO REZENDE, NANI ESPINHA, MICAEL ESPINHA, PEDRO MACEDO | Montagem Editing FRANCISCO MOREIRA | Som Sound PATRICIA ANDRÉ, SOFIA MARQUES, FREDERICO GRACIAS | Música Music JON LUZ | Produção Production PATRICIA ANDRÉ / ROUGHCUT LDA

Sábado
15 NOV 18h00
 

 

MA CARAVANE
de GIL MADDALENA
Portugal 2014, 10’

Um registo de uma performance, ou melhor de uma improvisação, de pintura e de música, a partir do conhecido tema de jazz "Caravan". Outros instrumentos foram adicionados durante a performance enquanto se projetava o primeiro registo.

Improvisation of painting and music onthe well-known jazz theme of "Caranvan" was filmed. After, this film was used as a base for adding the main instruments and voices, while being projected.

Realização Direction GIL MADDALENA | Fotografia Cinematography SUSANA MEDEIROS | Montagem Editing GIL MADDALENA | Som Sound NUNO PEREIRA | Música Music RÉMI GALLET e GIL MADDALENA | Produção Production GIL MADDALENA

BERNARDA ALBA EN PALESTINA (Bernarda Alba in Palestine)
de CRISTINA ANDREU CUEVAS
Espanha/Palestina 2014, 23’

Quando cheguei para viver em Bethlehem, Palestina, a primeira coisa que captou a minha atenção foram as suas pessoas, bem longe dos preconceitos que os media nos sujeitam, bem como da propaganda contra estas pessoas que apenas pretendem ver o seu lugar no mundo reconhecido.
E o que eu achei foi uma população "normal".
Quando Eva, a professora de espanhol, falou comigo para escrever uma peça de teatro, começámos imediatamente "The House of Bernarda Alba" era perfeita, e apenas mulheres pareceram à chamada. A dificuldade acrescida foi que elas tinham que actuar em Espanhol. Eu também actuei na peça, pensei que era a melhor maneira de abordar as raparigas. E então, eu tinha a minha câmara, algum som básico, e decidi ir em frente, apensar de saber das limitações tecnológicas, nós éramos duas, a minha câmara e eu, decidi chegar o mais rápido possível a estas inteligentes, bonitas, felizes e boas mulheres, com sonhos, apesar da realidade que as continua a prender.
E este filme é isso - seguir o processo destas estudantes palestinianas de espanhol da Universidade de Bethlehem, que com trabalho árduo conseguiram apresentar "The House of Bernarda Alba" ao público.


When I arrived to live in Bethlehem, Palestine, the first thing that caught my attention were its people, so far from the prejudices which the media has subjected us to, as well as the propaganda against these people who are only looking to have their rightful place in the world recognized.
And what I found was a "normal" population.
When Eva, the Spanish teacher, talked to me about writing a play, we started it immediately "The House of Bernarda Alba" was perfect, and only women had shown up to the call. The added difficulty was that they had to perform in Spanish. I, too, acted in the play, I thought it was the best way to approach the girls. And then, I had my camera, some basic sound, and I decided to go ahead, despite knowing the technical limitations, we were two, my camera and I, but I decided to get as close as possible to these intelligent, beautiful, happy, good women, with dreams, despite the reality that keeps them trapped.
And that's what this film is - following the process of these Palestinian students of Spanish at the University of Bethlehem,  that with hard work achieved to present "The House of Bernarda Alba" to the public.

Realização Direction CRISTINA ANDREU CUEVAS| Fotografia Cinematography CRISTINA ANDREU CUEVAS | Montagem Editing CRISTINA ANDREU CUEVAS | Som Sound CRISTINA ANDREU CUEVAS | Produção Production CRISTINA ANDREU | Distribuição Distribution PROMOFEST - FRANC PLANAS

A SÉTIMA VIDA DE GUALDINO (The Ninth Life Of Gualdino)
de FILIPE ARAÚJO
Portugal 2013, 60’

No culminar de uma vida rocambolesca preenchida de aventuras, desventuras e proezas surreais, um baterista autodidacta elevado a “lenda do jazz” por ter lançado nos palcos dezenas de jovens inexperientes como Jorge Palma, Bernardo Sassetti ou Dany Silva, sofre um acidente vascular cerebral. Fica inicialmente paralisado de metade do corpo, mas nem por isso a sua teimosia se deixa de impor. A missão é ambiciosa: recuperar os movimentos, reaprender a tocar bateria, lançar uma última cantora e regressar a Paris, onde tocou com Nina Simone e chegou a viver debaixo da ponte.

By the end of an incredible life full of adventure, misfortune and surreal accomplishments, a self-taught drummer, exalted to jazz kegend among the community for having introduced to the stage dozens of inexperienced young people acclaimed today in the music industry, suffers a stroke. At first, half of his body is paralyzed, but his stubbornness is overpowering. The mission is ambitious: to regain full movement, play the drums once again, introduce one last singer and return to Paris, where he played with Nina Simone and lived under a bridge.

www.gualdino.net

Realização Direction FILIPE ARAÚJO | Fotografia Cinematography FILIPE ARAÚJO | Montagem Editing FILIPE ARAÚJO | Som Sound FILIPE ARAÚJO, PEDRO ROCHA | Música Music ANDRÉ FERNANDES | Produção Production FILIPE ARAÚJO, RENATA MAYUMI

Sábado
15 NOV 20h00
 

GUARDAR O QUE DESAPARECEU (To Keep What Has Fade Away)
de MAFALDA RELVAS
Portugal 2014, 10’

Revela-se o processo de trabalho da artísta Carla Cabanas. Através do tempo da memória e da ausência, como é que a artísta vê as suas imagens e a sua obra, como é que guarda aquilo que desapareceu.

Carla Cabanasn work process is revealed. Through time, memory and absence, how does the artist perceives her work and how can she preserve what has fade away.

Realização Direction MAFALDA RELVAS | Fotografia Cinematography MAFALDA RELVAS | Montagem Editing MAFALDA RELVAS | Produção Production MAFALDA RELVAS

2 AND 2 ARE FOUR
de PEDRO SENA NUNES
Portugal 2014, 30'

Acostumámo-nos, erradamente, a temer furiosamente a fragilidade do nosso corpo. Esta fragilidade é-nos tão
controversa ao ponto de induzirmos em nós próprios os típicos e contidos movimentos já cansados. Uma vez,
outra vez. Os mesmos movimentos, os medos, as expirações contadas, os corpos subtraídos, os horizontes cegos.
Mas há um dia em que percebemos que a fragilidade é preciosa e que a arritmia do movimento é segura.
E dançamos, cúmplices, nas diferenças.

We've accustomed, erroneously, to furiously fear our body's fragility. This fragility which is so controversial to us to the point of inducing in ourselves the typical and contained movements, already tired. Once, twice. The same movements, the fears, the counted expirations, the subtracted bodies, the blind horizonts. But the day comes when we understand that the fragility is precious, and that the movement's arrhythmia is safe. And when we dance, accomplices, in the differences of a shared fall.

Realização Direction PEDRO SENA NUNES | Fotografia Cinematography PEDRO SENA NUNES, MIGUEL ROBALO, JOÃO PELICA | Montagem Editing JOÃO P. DUARTE | Música Music TIAGO CERQUEIRA | Produção Production PEDRO SENA NUNES/Vo'Arte

A LIFE EXPOSED - ROBYN BEECHE, a photographer's transformation
de LESLEY BRANAGAN
Australia 2013, 52'

A fotógrafa Australiana Robyn Beeche tornou­se reconhecida em Londres pelas suas imagens icónicas dos anos 80. Numa altura rica em experimentação e criatividade ela foi celebrada pelas suas fotografias inovadoras de corpos pintados, e colaborações com personalidades contra-cultura Zandra Rhodes, Vivienne Westwood, Leigh Bowery e Divine.
No pico da sua carreira, Beeche foi transformada quando experienciou o festival indiano Holi onde as pessoas atiram tintas de várias cores umas às outras. "Atraída como um íman", ela desistiu da sua carreira para uma mudança de vida, tendo ido viver para a cidade Indiana de peregrinos Vrindivan. 25 anos mais tarde, continua a documentar as vibrantes tradições da região como serviço espiritual, e o seu extensivo arquivo foi galardoado por especialistas internacionais.
Uma vida exposta: Robyn Beeche tece-se entre a Austrália, Londres e Índia, representando dramaticamente a extrema mudança de paradigma de Beeche, de imagens de corpos pintados construídas em estúdio, à documentação de uma cultura onde a transformação do corpo ocorre espontaneamente como parte de rituais religiosos saturnalian.

Australian-born photographer Robyn Beeche became renowned in London for her iconic 80s images. In a time rich with experimentation and creativity, she was celebrated for her ground-breaking photographs of painted bodies, and collaborations with counter-culture personalities Zandra Rhodes, Vivienne Westwood, Leigh Bowery and Divine.
At the peak of her career, Beeche was transformed when she experienced the Indian colour-throwing festival of Holi. "Drawn like a magnet", she gave up her high-flying career for the life-changing move to the Indian pilgrimage town of Vrindivan. 25 years later, she continues to document the area's vibrant traditions as spiritual service, and her extensive archive is prized by international scholars.
A Life Exposed: Robyn Beeche weaves between Australia, London and India, dramatically depicting Beeche's extreme paradigm shift from highly constructed studio body-painted images, to documentation of a culture where body transformation occurs spontaneously as part of saturnalian religious rituals.

Realização Direction LESLEY BRANAGAN | Fotografia Cinematography BONNIE ELLIOTT | Montagem Editing LINDI HARRISON KENNY ANG | Som Sound MARK WALKER SEAGE STANLEY | Música Music NICOLE SKELTYS, BYRON SCULLIN | Produção Production LESLEY BRANAGAN

Domingo
16 NOV 18h00
 

ONDE O MEU AMIGO PINTOU UM QUADRO (Where my friend made a painting)
de PEDRO FLORÊNCIO
Portugal 2014, 5’

História curta e simples: O meu amigo fez um quadro a partir de um fotografia de uma manifestação contra a troika, eu fiz um filme a partir desse quadro. Entre os dois objectos está o percurso que começou numa fotografia casual e que acabou numa garagem mal iluminada. Por ordem de importância, “Onde o meu amigo pintou um quadro” é um pequeno filme sobre um lugar, um amigo, um acto criativo, um quadro e o silêncio de uma manifestação.


Short and simple story: my friend made a painting from a photograph about a manifestation against the economic crisis and I made a film from that painting. Between these two objects lies a path, which began in a casual photograph and ended in a poorly-lit garage. The film is, in order of importance, a short film about a place, a friend, a creative act, a painting and the silence of one manifestation.

Realização Direction PEDRO FLORÊNCIO | Fotografia Cinematography PEDRO FLORÊNCIO | Montagem Editing PEDRO FLORÊNCIO | Som Sound PEDRO FLORÊNCIO | Produção Production MÁRIO GAJO DE CARVALHO, FILMES DO GAJO

 

ENTRE IMAGENS - EP#09 JORGE MOLDER
de PEDRO MACEDO
Portugal 2012, 26’

"Entre Imagens" é um projecto de Pedro Macedo e Sérgio Mah que consiste numa série documental sobre 13 criadores cujo trabalho privilegia a prática do fotográfico. Este episódio é dedicado a Jorge Molder, artista que recorre à prática do fotografia como meio de exploração de um imaginário fortemente habitado po um jogo peculiar de associações e sugestões, entre referências literárias e cinematográficas, figuras arquetípicas, (auto)representações e gestos ficcionais. Neste episódio, percorrem-se alguns dos momentos mais relevantes da sua obra, procurando dar a conhecer os processos e métodos de trabalho do artista.

"Entre Imagens" (In Between Images) is um project by Pedro Macedo and Sérgio Mah which consists of a series of documentaries above 13 creators whose work is based on photographical practice. This episode is dedicated to Jorge Molder, an artist who uses photography as a media for the exploration of a strong world of images which is inhabited by associations and suggestions, from referencies to literature and cinematography, architypical figures, self-represntations to fictional gestures. In this episode, some of the most relevant moments of his work occur, together with the processes and methods of the artist's work.


Realização Direction PEDRO MACEDO | Fotografia Cinematography PEDRO MACEDO | Montagem Editing MICAEL ESPINHA | Som Sound ARMAZÉM 42 | Música Music TIAGO INUIT | Produção Production PEDRO MACEDO

PICASSO - THE LEGACY
de HUGUES NANCY
França 2014, 52’

Um retrato de Pablo Picasso como ele nunca foi mostrado na televisão. Uma investigação histórica e cultural que permite aos espectadores finalmente decifrar o 'mistério' do Picasso. A vida e obra do pintor são reveladas através de descobertas feitas depois da sua morte, quando o seu património foi estabelecido. A verdadeira história da família de Picasso é contada, antes e depois da morte do artista, a 8 de Abril de 1973. E recontamos a abertura do Museu do Picasso, baseado numa datação?? sem precedentes do seu trabalho.

A profile of Pablo Picasso as he has never been shown on television before. An historical and cultural investigation enabling viewers to finally decipher the Picasso 'mystery'. The painter's life and work are revealed through discoveries made after his death, when his estate was settled. The true story of the Picasso family is told, before and after the artist's death, on April the 8th, 1973. And we recount the opening of the Picasso Museum, based on an unprecedented 'dation' of his work.


Realização Direction HUGUES NANCY | Montagem Editing MATHILDE MORIERES | Som Sound JEAN HOLTZMAN| Música Music MICHEL KORB | Produção Production CORINE JANIN, GEDEON PROGRAMMES, WELCOME | Distribuição Distribution TERRANOA

Domingo
16 NOV 20h00
 

 

HAPPY BELIEVERS
de KONSTANTINOS-ANTONIOS GOUTOS
Grécia 2012, 6’

"... Para mim, houve um momento aurático repentino - como é costume acontecer durante os meus passeios:
Entrei no espaço, o balão voou sob ao sabor da música de Tchaikovsky …
A minha câmara ligou-se imediatamente e, em seguida, a maravilha aconteceu para ser experienciada:
A criança aproximou-se, ela brinca com o ventilador, brinca com a arte, com a existência, com a crença. A obra de arte está completa, o artista de instalação pode dar-se por contente, assim como o artista de vídeo. A exposição continua…

"... for me there was a sudden auratic moment - as it often happens during my flaneries:
I entered the space, the balloon flew under the guidance of the breeze of Tchaikovsky's music..
my camera was on immediately and then the wonder happened to be experienced:
the child approaches, plays with the ventilator, plays with the art,
with the existence, with the belief...
the art work is fulfilled, the installation artist can be happy,
so can the video artist, the exhibition "flies" along...

Realização Direction KONSTANINOS-ANTONIOS GOUTOS | Produção Production KONSTANINOS-ANTONIOS GOUTOS

INIMA MEA DE LUT .. ION NICODIM (My Clay Heart ... Ion Nicodim)
de LAURENTIU DAMIAN
Roménia 2013, 37’

A imagem é uma retrospectiva da criação do artista Ion Nicodim. Falar sobre o trabalho de Ion Nicodim aqui é um exercício difícil. Ele já não está entre nós. Visualmente falando, poderia ser um espírito. Uma sombra que passa. Nicodim fez corações de barro. Corações com várias feridas e corações curados. Estranho. Nenhum trabalho é chamado de coração ou corações. Mas simplesmente... No Title (Sem Título).


The picture is a retrospective of the artist's creation Ion Nicodim. Talking about the work of Ion Nicodim: here is a difficult exercise. He is no longer with us. Visually speaking, could be a spirit. A passing shadow. Nicodim made hearts of clay. Hearts with various wounds and healed hearts. Strange. No work is called Heart or Hearts. But simply...No Title.


Realização Direction LAURENTIU DAMIAN | Fotografia Cinematography DANUT PADURE | Montagem Editing MILLO SIMULOV, DANUT PADURE | Som Sound STEFAN MATEI | Música Music COSMIN LUPAN | Produção Production STUDIOUL VIDEO ART

LES JAMBES DE SAINT-PIERRE (Pierre Molinier, The Legs Of Saint-Pierre's Quarter))
de DOMINIQUE ROLAND
França 2013, 40’

Pierre Molinier, fotógrafo e pintor, foi encontrado sem vida, semi-nu, morto com uma bala na cabeça, na cama do seu quarto. O documentário mostra a vida desta enigmática e explosiva personagem. O filme é uma exploração de cada palavra, tudo, que compõe a realidade de 1976.
Virando cada folha, esforça-se para aproximar a energia artística de Molinier focada nos fetiches que prestam homenagem a Eros em androginia, decadência e tentação. A unidade de Molinier é uma surpreendente fusão de vida e trabalho.


Pierre Molinier, photographer and painter, was found dead, semi-naked, killed by a bullet to the head, on his bed in his bedroom. The documentary showcases the life of this enigmatic and explosive personality. The film is an exploration of every word, everything, that makes up the reality of 1976. Turning over every leaf, it strives to approach Molinier's artistic energy focusing on fetishes that pay homage to Eros in androgyny, decadence and temptation. Molinier's unity is an astonishing fusion of life and work.


Realização Direction DOMINIQUE ROLAND | Fotografia Cinematography MATTHIEU CHATELLIER | Montagem Editing STÉPHANE FOUCAULT | Som Sound OLIVIER VIEILLEFOND | Música Music GÉRARD LESNE| Produção Production MARTINE VIDALENC/MARMITAFILMS

Segunda-feira
17 NOV 18h00
 

TREATY NUMBER THREE
de DANIELLE STURK
Canadá 2013, 4’

Um retrato único em vídeo da artista visual e performer Rebecca Belmore. O cineasta colaborou com Belmore que criou uma nova peça de artes visuais/performance especificamente para o seu vídeo. O novo trabalho é inspirado nas palavras ditas pelo chefe Mawe-do-pe-nais numa gravação de 1873 sobre as negociações para o tratado da terra ancestral de Belmore.

A unique video portrait of visual and performance artist Rebecca Belmore. The filmmaker collaborated with belmore who created a new visual art/performance artwork specifically for his video. The new work is inspired by the spoken words of chief Mawe-do-pe-nais from an 1873 treaty negotation recording of Belmore's ancestral land.


Realização Direction DANIELLE STURK | Fotografia Cinematography OSKAR FENOGLIO | Montagem Editing OSKAR FENOGLIO | Som Sound OSKAR FENOGLIO | Produção Production CANADA COUNCIL FOT THE ARTS/LES PRODUCTIONS DIESELLE

 

 

A COSMOS OF PATTERNS
de JEREMY NEWMAN
EUA 2014, 5’

A artista Rachel Blythe Udell combina elementos inspirados pelo mundo natural em estranhos e fascinantes arranjos. As suas delicadas e bordadas esculturas são animadas através de justaposições ousadas de cor, forma e textura. No entanto, a sua aparência lunática é enganadora. Tendo perdido a sua mãe para o cancro, as obras de Udell são uma meditação pessoal sobre a conexão biológica.


Fiber artist Rachel Blythe Udell combines elements inspired by the natural world in strange and fascinating arrangements. Her soft sculptures and embroideries are enlivened through bold juxtapositions of color, shape and texture. Yet, their whimsical appearance is deceptive. Having lost her mother to cancer, Udell's artwork is a personal meditation on biological connectedness.

Realização Direction JEREMY NEWMAN | Fotografia Cinematography JEREMY NEWMAN | Montagem Editing JEREMY NEWMAN | Som Sound JEREMY NEWMAN | Música Music JAMES KALINOSKI | Produção Production JEREMY NEWMAN

LA PIETÀ DEL VENTO (Pietas of the Wind)
de STEFANO CROCI e SILVIA SIBERINI
Itália 2014, 7’

Um filme baseado num dialogo que nunca aconteceu entre o poeta Japonês Matsuo Basho e o arquitecto italiano Carlo Scarpa. A voz do Basho leva-nos de volta à vida na arquitectura de Scarpa, deixando-nos suspensos no mistério entre a viagem da vida e da morte.


A film based on a dialogue that never tookplace between Japanese poet Matsuo Basho and the Italian architect Carlo Scarpa. Basho's voice takes us back to life in Scarpa's architecture, leaving us suspended in mystery between journey of life and death.

Realização Direction STEFANO CROCI, SILVIA SIBERINI | Fotografia Cinematography STEFANO CROCI, SILVIA SIBERINI | Montagem Editing STEFANO CROCI, SILVIA SIBERINI | Som Sound STEFANO MIGLIORE | Música Music DIFFICULT LIVING | Produção Production CAUCASO E MAI

IN MEDIAS RES (NO MEIO DAS COISAS)
de LUCIANA FINA
Portugal 2014, 72’

Personalidade incontornável do pensamento arquitectónico em Portugal e do seu confronto com a modernidade, Manuel Tainha abre o seu atelier nos anos 50 e concebe projectos durante quase seis décadas, traduzindo a inquietação de uma “arquitectura em questão” no paralelo e constante exercício da escrita.

A partir dos textos do arquitecto Manuel Tainha e de conversas gravadas entre 2010 e 2012, o filme propõe uma leitura cinematográfica do pensamento e do universo do arquitecto, um diálogo com a sua ética e poética.

Dando corpo à palavra, à reflexão e às fontes de inspiração, bem como ao constante confronto com as outras artes, o filme acompanha-nos num percurso através de três obras, projectadas e construídas entre os anos 50 e 70, filmadas hoje, num momento significativo da sua existência.

Departing from Manuel Tainha’s texts and the conversations recorded between 2010 and 2012, Luciana Fina proposes a cinematic reading of the thought and the universe of the architect, a dialogue with his ethics and his poetics.

Embodying his words, his reflections and his sources of inspiration, as well as the constant confrontation with other arts, the film creates a pathway through three of the architect’s works, designed and built between the 1950s and the 1970s, but nowadays experiencing a significant moment of their existence.

Holding a key position in the field of architecture in Portugal and in its relation to modernity, Manuel Tainha launched his studio in the 1950s, and for almost six decades has been working on architectural projects, translating the restlessness of an ‘examined architectural practice’ into the ongoing, parallel activity of writing.



Realização Direction LUCIANA FINA| Fotografia Cinematography JOÃO RIBEIRO, LUCIANA FINA | Montagem Editing OLGA RAMOS, LUCIANA FINA| Som Sound OLIVIER BLANC, ARMANDA CARVALHO| Música Music BÉLA BARTÓK| Produção Production LAFstudio

Segunda-feira
17 NOV 20h00
 

DERBY&GROMA
de KARA BLAKE
Canadá 2013, 17'

Baseando-se numa colecção de fotos encontradas abandonadas nas ruas de Buenos Aires, Derby & Groma juntam pedaços de uma narrativa em torno de um duo misterioso que actuava numa época passada. O filme pinta uma imagem vibrante da Argentina dos anos 20 e 30, e atesta o valor de artefactos culturais para ajudar a recuperar um passado esquecido enquanto anima a nossa imaginação.


Building on a collection of photos found discarded in the streets of Buenos Aires, Derby & Groma pieces together a narrative surrounding a mysterious performing duo from a bygone era. The film paints a vibrant picture of Argentina during the 1920s and ‘30s and attests to the value of cultural artifacts to help recover a forgotten past while enlivening our imaginations.  

Realização Direction KARA BLAKE | Fotografia Cinematography LEE TOUNDROW | Montagem Editing KARA BLAKE | Som Sound SIMON GERVAIS | Produção Production KARA BLAKE/PHILTE FILMS

GLI ANNI DELLE IMMAGINI PERDUTE (The Years Of The Lost Images)
de ADOLFO CONTI
Itália 2012, 85’

Valerio Zurlini foi um dos grandes realizadores da Idade de Ouro do Cinema Italiano: começando com "Le Ragazze di San Frediano" (As Raparigas de San Frediano, 1954), ao Il Deserto dei Tartari (O Deserto dos Tártaros, 1976), os seus filmes sempre conquistaram o público e os críticos. Zurlini alcançou o pico da sua carreira muito novo: em 1962 ganhou o prémio Leão de Ouro pelo seu Cronaca Familiare (Crónica de Família).
Zurlini morreu a 26 de Outubro de 1982, apenas algumas semanas depois de ter participado como júri durante o 50º Festival de Cinema de Veneza. O realizador estava consciente da sua iminente morte e como tal dedicou os seus últimos meses de vida a escrever legado espiritual, que foi lançado postumamente com este filme. É o cruel equilíbrio de uma vida, a história de um mundo que está a mudar de forma irreversível, um apelo comovente na defesa do cinema de autor.

Valerio Zurlini was one of the great movie directors from the Golden Age of Italian cinema: beginning with "Le Ragazze di San Frediano (aka The Girls of San Frediano, 1954), to II Deserto dei Tartari (aka The Desert of the Tartars, 1976), his films have always won over audiences and critics alike. Zurlini reached the peak of his career at an early age: in 1962 he won the Leone d'Oro award for his Cronaca Familiare (aka Family Diary).
Zurlini passed away on 26 October 1982, just a few weeks after having participated as a jury member during the 50th Venice Film Festival.
The film director was aware of his imminent death and so he dedicated the last months of his life to writing spiritual legacy, which was released posthumously with this film. It is the ruthless balance of a lifetime, the story of a world that is changing in an irreversible way, a poignant appeal in defense of d'auteur cinema.


Realização Direction ADOLFO CONTI | Fotografia Cinematography EUGENIO PERSICO | Montagem Editing EUGENIO PERSICO | Som Sound MIRCO PERRI | Música Music PASQUALE CATALANO | Produção Production AMALIA CARANDINI, ADOLFO CONTI

Terça-feira
18 NOV 18h00
 

 

A DEUSA BRANCA (The White Goddess)
de ALFEU FRANÇA
Brasil 2013, 30’

Em 1958, o polêmico artista e arquiteto Brasileiro Flávio de Carvalho integra uma expedição á região Amazónica. Seus planos eram de realizar um filme que uniria pesquisa etnográfica e o drama ficcional de um jovem sequestrada por ìndios. A produção jamais foi concluída.

In 1958, the polemic artist and arquitect Flávio de Carvalho starts an expedition into the regions of the Amazons. His plans were to realize a film which would unite ethnographical research and fictional drama of a young man who is pursuited by Indios. The production was never completed.


Realização Direction ALFEU FRANÇA | Montagem Editing ALEXANDRE GWAZ | Som Sound LEANDRO SALGUEIRINHO | Música Music LEANDRO SALGUEIRINHO | Produção Production DANIELA MOREIRA/IMAGINAX

REFÚGIO & EVASÃO (Refuge & Evasion)
de LUÍS ALVES DE MATOS
Portugal 2014, 65’

A partir do testemunho e experiência pessoal do cineasta Alberto Seixas Santos e das suas reflexões sobre a história do cinema fez-se a reconstrução de uma memória fílmica através de um processo de montagem. Um diálogo entre as imagens dos seus filmes e de cineastas que admira, cujos filmes contaminam este documentário como fantasmas que vêm assombrar o real. Para o realizador, “a questão central no cinema, como é a questão central na pintura, na música, onde quer que seja, é que só ficam as obras que correm riscos”.

From the testimony and personal experience of filmmaker Alberto Seixas Santos and his thoughts on the history of film, a filmic memory is rebuilt through an editing process. A dialogue between images from his films and reference to filmmakers he admires, whose films pervade this documentary like ghosts haunting reality. For the director, “the key issue with cinema, as with painting, music and art in general, is that the only works that live on are those that have taken risks”.

Realização Direction LUÍS ALVES DE MATOS | Fotografia Cinematography PEDRO SOUSA | Montagem Editing FRANCISCO CARVALHO, LUÍS ALVES DE MATOS | Som Sound PEDRO SICHA | Produção Production LUÍS ALVES DE MATOS

Terça-feira
18 NOV 20h00
 

 

WESTERN:SÁHARA
de LEFT HAND ROTATION COLLECTIVE
Espanha/Westen Sahara/Portugal 2013, 45’

"Western: Sahara" documentou a pré-produção de um projecto participativo audiovisual no Campo de Refugiados Saharawi em Tindouf (Algéria) com os artistas visuais da escola de cinema Abidín Kaid Saleh (a única escola de cinema num campo de refugiados). Do "trailer" como parte da cobertura dos meios de comunicação os participantes imaginam um "Filme Ocidental" sobre a criação do Estado Saharawi.

"Western:Sahara" documented the pre-production of an audiovisual participatory project at Saharawi Refugee Camps in Tindouf (Algeria) with the visual artists from cinema school Abidín Kaid Saleh (the only existing cinema school in refugee camps). From the "trailer" as part of media coverage participants imagine a "Western Movie" about the creatin of Saharawi State.


Realização Direction LEFT HAND ROTATION COLLECTIVE | Fotografia Cinematography LEFT HAND ROTATION COLLECTIVE | Montagem Editing CINEMA SCHOOL ABIDIN KAID SALEH | Som Sound LEFT HAND ROTATION COLLECTIVE | Música Music DANIEL CATARINO ("O ALENTEJANO"), MARIEM HASSAN| Produção Production MANUEL SORDO VICENTE, ARTIFARITI/LEFT HAND ROTATION

ERWIN WURM - DER KÜNSTLER DER DIE WELT VERSCHLUCKT
(Erwin Wurm - The Artist Who Swallowed The World)
de LAURIN MERZ
Suiça, Austria, Alemanha 2012, 53’

Durante quatro anos, o artista oferece uma visão sobre o seu mundo, o seu trabalho e a sua arte. Nós espreitamos por cima do seu ombro enquanto ele desenvolve novas obras. Nós não nos afastamos quando a pressão aumenta e ele precisa de desabafar. Nos momentos mais calmos, Wurm fala sobre a sua família, de como a sua infância influencia a sua arte e a sua manipulação do mercado global de arte, que ele por vezes vê como uma "hiena”.

For four years, the artist offers insight into his world, his work and his art. We peek over his shoulder as he develops new works and puts them together on the spot. We do not turn away when the pressure gets too much and he needs to vent. In calmer moments, Wurm talks about his family, of how his childhood influences his art and his handling of the global art market which he sometimes perceives as a "hyeana".


Realização Direction LAURIN MERZ | Fotografia Cinematography JOHANNES HAMMEL | Montagem Editing CHRISTIAN MÜLLER | Som Sound GAILUTE MIKSYTE, HIJALTI BAGER-JONATHANSSON | Produção Production RETO CADUFF, LAURIN MERZ

Quarta-feira
19 NOV 18h00
 

NADA TENHO DE MEU (I've Nothing Of My Own)
de MIGUEL GONÇALVES MENDES
Brasil/Portugal 2013, 47’

O realizador português Miguel Gonçalves Mendes e os escritores brasileiros Tatiana Salem Levy e João Paulo Cuenca viajaram até ao Extremo Oriente para uma troca de experiências com artistas e pensadores de Macau, Hong Kong, Vietname, Cambodja e Tailândia. Desse contacto, que surgiu depois dos 3 autores terem sido convidados a estar presentes no "1º Festival Literário de Macau - Rota das Letras", nasceu “Nada tenho de meu”, descrita pelos seus autores como “uma mistura de caderno de viagens e ficção".

Portuguese director Miguel Gonçalves Mendes and brazilian writers Tatiana Salem Levy and João Paulo Cuenca traveled to the Far East to exchange experiences with artists and thinkers from Macau, Hong Kong, Vietnam, Cambodia and Thailand. From this contact, which begun after the three authors have been invited to the 1st "Literary Festival of Macau - Rota das Letras", will be born the video series "I've have nothing on my own" described by the authors as "a blend of a travel book and fiction".

Realização Direction MIGUEL GONÇALVES MENDES | Fotografia Cinematography MIGUEL GONÇALVES MENDES | Montagem Editing PEDRO SOUSA | Som Sound 1927Audio | Música Music NOISERV, PEDRO GONÇALVES | Produção Production DANIELA SIRAGUSA/JumpCut

DETROIT - MOTOR CITY MUSIC
de CLAUS BREDENBROCK & PAGONIS PAGONAKIS
Alemanha 2012, 52’

Baseado nos velhos e novos sucessos do panorama musical de Detroit, pintamos a imagem de uma cidade dos Estados Unidos da América cheia de contradições. A música reflecte o desenvolvimento de uma metrópole que - como muitas outras cidades Norte Americanas - passou por uma mudança radical nas últimas décadas. A população da cidade está a diminuir, a infra-estrutura urbana está a colapsar, e o crime a aumentar. Neste aspecto, Detroit é um importante exemplo para todos os Estados Unidos da América. Nós justapomos imagens melancólicas do centro da cidade parcialmente destruído com material de arquivo dos anos 50 e 60 - um período de riqueza e oportunidades aparentemente ilimitadas. Fizemos entrevistas a antigos artistas da editora Tamla Motown, como Mitch Ryder, Martha Reeves, e o músico dos MC 5 Wayne Kramer. E falámos com a autora Susan E. Smith, que nos deu uma visão fascinante sobre o actual panorama musical ao visitar os prósperos estúdios de gravação e produção da cidade. Imagens de arquivo de populares êxitos do início dos anos 40 até ao presente provam que o vibrante panorama musical de Detroit sempre foi um espelho da meteórica ascensão e declínio de Motor City.

Based on the old and new hits of Detroit's music scene, we paint the image of a US-American city full of contradictions. The song reflect the development of a metropolis that - like many other North American cities - has gone through a radical change over the last few decades. The city's population is dwindling, the urban infrastructure is collapsing, and crime is spreading. In this respect, Detroit is an important example for the entire United States of America. We juxtapose melancholic images of the partially destroyed city centre with archive material of the 1950s and 1960s - a period of wealth and seemingly unlimited opportunities. We conduct interviews with former artists of the Tamla Motown record label, such as Mitch Ryder, Martha Reeves, and MC 5 musician Wayne Kramer. And we talk to the author Susan E. Smith, who gives us fascinating insights into Detroit's current music scene by visiting the city's thriving production and recording studios. Archive images of popular hits from the early 1940s to the present prove that Detroit's vibrant music scene has always been a mirror of the meteoric rise and the steep decline of Motor City.


Realização Direction CLAUS BREDENBROCK, PAGONIS PAGONAKIS | Fotografia Cinematography BERND MEINERS | Montagem Editing KARL-HEINZ SATZGER | Som Sound JÖRG JOHOW | Produção Production ROBERT PÜTZ

Quarta-feira
19 NOV 20h00
 

WOLFE VON LENKIEWICZ - PORTRAIT OF THE ARTIST
de MONIKA K. ADLER
UK 2013, 10’

O britânico artista contemporâneo Wolfe von Lenkiewicz reconta uma narrativa sobre o pintor da Renascença do Norte Hieronymous Bosch que reflecte sobre a autenticidade na arte em contexto com a sua série 2012 de pinturas em grande escala que reconfiguraram os trabalhos icónicos dos Mestres Holandeses como o Garden of Earthly Delights (c. 1490), o Haywain Triptych (c. 1516) num 'pós-histórico', transcultural manuscrito.


British contemporary artist Wolfe von Lenkiewicz recounts a narrative about the Northern Renaissance painter Hieronymous Bosch which reflects upon authencity in art in context with his 2012 series of large scale paintings which reconfigured the Dutch Master's iconic works such as the Garden of Earthly Delights (c. 1490), the Haywain Triptych (c. 1516) into a 'post-historic', trans-cultural manuscript.

Realização Direction MONIKA K. ADLER | Fotografia Cinematography JESSICA KELLY | Montagem Editing MONIKA K. ADLER | Som Sound KLEBERG | Produção Production LISA K SAMOTO

UNVEILING SALOME
de NAYO TITZIN
Bulgária 2013, 57’

Alex Penda diva da ópera búlgara, Christian Lacroix estilista francês, Modestas Pitrenas maestro letão e Vincent Boussard encenador francês reuniram a mais bela e provocante encenação da ópera Salomé no início do século 21. " Unveiling Salome" é um documentário que acompanha o processo criativo de revelar o lado negro da alma humana.

Bulgarian opera diva Alex Penda, French fashion designer Christian Lacroix, Latvian conductor Modestas Pitrenas and French stage director Vincent Boussard gather the most beautiful and provocative staging of the opera Salome at the beginning of the 21st century. "Unveiling Salome" is a documentary that follows the creative process of revealing the dark side of the human soul.


Realização Direction NAYO TITZIN | Fotografia Cinematography NAYO TITZIN | Montagem Editing NAYO TITZIN | Som Sound YORDAN TOMOV, VLADISLAV BOYADJIEV | Produção Production NAYO TITZIN

Quarta-feira
19 NOV 21.h30
CEREMONÍA DA ENTREGA DOS PRÉMIOS

Place of Event:

CINEMA IDEAL
Rua do Loreto 15-17
1200-241 LISBOA/LISBON - Portugal

Filmes legendados em português (English and Portuguese subtitles)

Bilhetes 4 euros / 3.5 euros / Festival Pass 35 euros

Direcção e Programação: Rajele Jain

Jurí:
EDUARDO BARBOSA DA CUNHA (diretor do festival África Mostra-se - Mostra de Cinema Áfricano)
TERESA PRATA (realizadora)
e os estudantes de arte
LISA MALWE BRAMMSEN
MARIANA RIBEIRO PINTO DE FREITAS
SARA MARTINS MARQUES


Traduções: Paulo Montes / Ana Sofía Nunes / Ruben de la Costa

Legendagem: Paulo Montes

Agradecimentos especiais: Kazike, Joana Cunha Ferreira, Rogério Taveira, Anton, Luís Alves de Matos, Teresa Prata, Zé Grande, Paulo Montes, Namalimba Coelho, Zambeze Almeida